quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Dízimo do capeta, parte 2
terça-feira, 11 de agosto de 2009
A verdade é um ponto de vista
Qualquer descrição sobre eles, refletem nosso ponto de vista.
A verdade, aceita por nós, é apenas uma versão sobre os fatos.
A verdade é um ponto de vista.
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
E mais uma vez Sarney mente
Foto: Wilson Pedrosa / AEEm seu discurso de quase 50 minutos, ontem, no Senado, o seu amigo José Sarney conseguiu um recorde: falar o maior número de besteiras no menor espaço de tempo. Nunca ninguém no Senado conseguiu o que Sarney conseguiu ontem. E olha que lá a briga por esse recorde é feia.
Claro que esse negócio de recorde é brincadeira, mas como aponta reportagem do jornal O Estado de São Paulo dessa quinta-feira, "O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), tentou confundir os senadores no seu discurso ontem em plenário. Durante os 48 minutos em que apresentou sua defesa para as denúncias contra ele no Conselho de Ética, cometeu uma série de deslizes".
E continua:
"Num jogo de palavras, misturou duas investigações da Polícia Federal para insinuar que as gravações divulgadas pelo Estado no dia 22 de julho - em que ele negocia a nomeação do namorado da neta - poderiam ter sido montadas. Os áudios publicados no jornal são autênticos, do começo ao fim de cada telefonema, sem edição, e a voz de Sarney é real".
E isso é só o começo moçada. A reportagem que pode ser vista na íntegra aqui, transcreve frase por frase do discurso do ex-futuro ex-presidente do Senado e destaca aquelas afirmações que são falsas. Olha um exemplo bonito. Sarney disse:
"Aguentei 12 mil greves, sem que nunca tivesse pedido um dia de prontidão militar, e crescemos, àquele tempo, a números que até hoje não se repetiram. Criamos uma sociedade democrática que, num sistema de capilaridade, penetrava em todas as camadas".
O jornal comenta: "Em 1988, quando os metalúrgicos de Volta Redonda (RJ) entraram em greve e ocuparam a Companhia Siderúrgica Nacional, o então presidente Sarney enviou o Exército para reprimi-los. No conflito, três jovens operários foram mortos e 31 saíram feridos".
Impressionante a cara de pau do seu amigo né? O mais legal da reportagem é o título: "Discurso de Sarney manipula dados". Isso aí Estadão, sem aliviar.
Já no outro lado...
Na Folha On-line, a reportagem que também fala sobre o discurso do bigodudo, tem a seguinte manchete: "Sarney nega atos ilícitos e vê campanha para desestabilizá-lo; leia íntegra do discurso". A capa do jornal nas bancas tem a manchete: "Sarney obtém 1ª vitória no Senado".
Parabéns Folha de São Paulo. Na ditadura ficou do lado deles, enquanto o Estadão colocava receita de bolo e Os Lusíadas na primeira página. Agora o tem como colunista e usa umas manchetes bem simpáticas quando ele é o assunto. E o texto que segue não chega nem perto da verdade. Assim você vai longe Folha! Longe da moral e da ética no jornalismo.
Foto: Celso Junior / AE segunda-feira, 13 de julho de 2009
Novos rumos do jornalismo
Um dos artigos mais completos sobre os novos rumos do ensino do jornalismo:
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Aula de jornalismo no YouTube

segunda-feira, 22 de junho de 2009
Ainda o diploma...
http://www.observatoriodaimprensa.com.br/blogs.asp?ID={6290464C-A330-41D1-BDDE-42F7EE83C966}&id_blog=2&msg2=2
sexta-feira, 19 de junho de 2009
O que significa o diploma
.jpg)
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Bye, bye diploma
Os ministros Joaquim Barbosa e Carlos Alberto Menezes Direito não estavam presentes na sessão.
terça-feira, 16 de junho de 2009
Diploma de jornalismo
Amanhã, dia 17 de junho de 2009, o Supremo Tribunal Federal (STF) irá julgar a obrigatoriedade de se ter o diploma de jornalismo para exercer a profissão.
Os dois lados, contra e a favor, tem bons argumentos. E nem os jornalistas em si formam um consenso. Uma rápida olhada no Observatório da Imprensa é suficiente para vermos o debate cada vez mais quente. Seja lá como for, amanhã teremos uma definição da suprema corte.
Eu, como estudante de jornalismo e futuro dono de um canudo, vejo os dois lados: quem tem diploma é porque passou por uma faculdade. Estudou e vivenciou as nuances da profissão. Desde aulas de ética, antropologia e sociologia, até estágios, provas e trabalhos. É de se pensar que essa pessoa está mais apta a exercer a profissão do que qualquer outra.
Do outro lado, vejo os que não tem o bacharelado de jornalismo, mas são iguais ou melhores dos que tem. Exemplo caseiro: Rafael Grohmann, amigo da universidade e estudante de ciências sociais. Ele é uma das pessoas das quais conheço que mais entende da teoria do jornalismo, e porque não, de sua prática. Fez várias matérias na Faculdade de Comunicação da UFJF e comprovou isso. Outro antigo estudante de ciências sociais, Juca Kfouri, hoje é um dos jornalistas esportivos mais respeitados do Brasil.
Sorte minha não ter que resolver a questão, fica por conta dos nossos ministros, escolhidos para estudar minuciosamente o assunto e escolher por nós. Seja qual for a decisão, uma coisa não muda: mesmo sem a obrigatoriedade do diploma, quem for bom terá sempre seu lugar.
PS: Engraçado que na Faculdade de Comunicação da UFJF, uma das melhores do país, nenhuma discussão esteja sendo levantada. Palestras? Mesas redondas? Panfletos explicativos? NADA. De novo. Sempre foi assim. As coisas acontecendo e a minha faculdade olhando o bonde passar, como se não estivesse dentro dele. É rapaziada, não se fazem mais D.As como antigamente.
sábado, 13 de junho de 2009
Blog da Petrobrás

sábado, 20 de dezembro de 2008
Watergate
Bob Woodward e Carl Berstein ganharam o Pulitzer pelas reportagens do caso Watergate. A história da investigação virou livro (escrito pelos dois) e filme. A política e a imprensa americana nunca mais foram as mesmas depois da reportagem.Mas passados 30 anos, esse jornalismo impecável ainda seria possível? Quem responde é Leonard Downie Jr., Editor do Washington Post, o jornal em que Bob e Carl escreveram suas reportagens históricas:
http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2008/12/19/AR2008121902928.html

