quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Tá faltando o desenho

Aos 2' 40'' desse vídeo: http://bit.ly/22AB4P O Dr. Potiguara vê isso:

Faltando o quê? Faltando o desenho.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Foto 10

Chuva. Isso vai acabar algum dia?

Falta de pauta, e daí?

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Foto 9

Mas já é Natal?
Caro Papai Noel...

domingo, 8 de novembro de 2009

Boneco

No Parque Halfeld
A gente encontra isso por aí...

Aniversário

Churrasco
Aniversário. Adiantado.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Corrimão

Foto 6

É a parte de um corrimão. Nada mais.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

O bêbado é o equilibrista

Tava quente hoje, não?


Ótimo clima para uma cachaça

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Foto 4

Depois de um dia cansativo (e olha que amanhã deve ser MUITO mais pesado), nada melhor que me deparar com essa cena em cima de uma moto ao lado de quem eu gosto.


Essa contra luz pode

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Tchau trailer da Facom

Uma manifestação feita por alguém pelo fim do trailer do Edson, que abastecia os estudantes da Facom quando o almoço não era possível. Ah, e o Edson era um dos principais ouvintes do Jardim do Rock. O cartaz foi colocado no lugar em que o trailer se localizava.

Não entendi o que ele falou

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Foto 2

Um dia escuro e chuvoso, como outro qualquer

Bar do Bigode tenso


domingo, 1 de novembro de 2009

Uma foto por dia

Isso não é um fotolog, mas como é meu, faço o que quiser, pois eu que sei. Portanto, a partir de hoje, dia 1º de novembro, domingão, postarei todo dia pelo menos uma foto tirada por mim, de preferência capturada no mesmo dia. Eis a primeira.

E daí? Gosto de usar a câmera de cabeça para baixo.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Figuras do YouTube

Depois do King Size do Rio de Janeiro...



O cara que tem o raciocínio racional...


Somos um país de gênios a serem descobertos. E já sabemos onde não procurar.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Momento tiéti

Estava eu tranquilo no Cultural, vendo um show do 14 Bis, quando Maristela Meireles aponta um careca e diz rindo: "É o Marcelo Tas". Parecia mesmo. Depois ela diz, rindo mais um pouco: "Não, é o Joseph Climber".

Uma mulher que estava ao nosso lado revela: "Gente, ele realmente é o cara que faz o Joseph Climber". Estávamos frente a frente com uma lenda.

Meu destemido amigo Valentim "o influente" Júnior, a pedidos de Maristela, a Tchele, aborda o dito cujo e pede para tirar uma foto. Eu e Tchele nos postamos ao lado da figura e o flash é disparado por nosso amigo que tem o mesmo nome do pai.

Depois Joseph, o qual não sei o verdadeiro nome, nem usarei o Google para procurar, tomou um gole de champagne e voltou a assistir o show.

Caso não conseguisse ficar em pé, poderia também ser confundido com Herbert "Paralama" Vianna


quinta-feira, 1 de outubro de 2009

A humanidade não é uma ilha

Um dos melhores curtas-metragem que já vi. E foi feito com celular. Mostra que não é preciso o melhor equipamento para fazer algo bom. Basta criatividade.


O vídeo chama "Mankind Is No Island" e foi vencedor do Tropfest do ano passado, o maior festival de curtas do mundo. Custou apenas 40 dólares. Dica do OESQUEMA

domingo, 13 de setembro de 2009

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Morre Geraldo Mayrink

Vi na coluna de Carlos Brickmann no Observatório da Imprensa:

"Mais um que se vai

Escrevia bem, seus textos eram bem-humorados e com um toque singular de ironia, seu trabalho jornalístico chamava a atenção. Mas o que os amigos mais lembram de Geraldo Mayrink, que morreu na semana passada, aos 67 anos, era o caráter. Ao longo dos anos, este colunista jamais ouviu qualquer referência a algo menos limpo oriundo de Geraldo Mayrink.

Mineiro de Juiz de Fora, Geraldo Mayrink iniciou a carreira no Binômio, um interessantíssimo jornal dirigido por José Maria Rabello (que, mais tarde, seria sócio de Mário Soares, futuro primeiro-ministro e presidente de Portugal, numa livraria, quando ambos estavam exilados na França). Depois do Binômio, Mayrink foi para o Diário de Minas, e daí para o Rio, no Globo e no Jornal do Brasil. Só então seguiria o rumo da maioria dos jornalistas mineiros da época, mudando-se para São Paulo, onde trabalhou na Veja, no Jornal da Tarde, no Estado de S.Paulo. Foi um excelente crítico de cinema; mas fez também uma biografia do ex-presidente Juscelino Kubitschek e muitas reportagens sobre a agricultura brasileira.

Um jornalista completo – quantos o são?"

Nem sabia que Geraldo Mayrink existia. E olha que eu estou em uma faculdade de comunicação com bacharelado em jornalismo. Ninguém nem comentou a morte do cara. Mas o "Caminho das Índias" tá na boca do povo. Já ouvi muita gente lá na faculdade que sou bobo em falar mal de BBBs e companhia. "Temos que ver tudo, incluindo novelas, programas de domingo e etc". Claro, concordo, mas antes temos que saber quem foi Geraldo Mayrink.

Notícia da morte no Estadão:

http://www.estadao.com.br/noticias/arteelazer,morre-jornalista-e-escritor-geraldo-mayrink-em-sao-paulo,426064,0.htm


Notícia da morte no Terra Magazine:

http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI3945127-EI6584,00.html

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Guimarães Rosa

"A vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem".



domingo, 23 de agosto de 2009

Quanto valem as árvores às três da manhã?

O telefone tocou às três da manhã. Atendeu. A voz do outro lado disse que estava com sua filha. Voz firme, não era uma voz conhecida. Prosseguiu. Ela tá aqui amarrada. Se a senhora não der o que a gente quer até o meio dia, adeus.

Não gostava de ser chamada de senhora. Mas isso era o de menos. Estaria pálida, imaginou, pois sentiu um formigamento na face. Começou a tremer. Sua filha havia saído com amigas e voltaria sozinha, de táxi.

Perguntou o que queriam. Pagaria o que fosse preciso. E o que pudesse, que era bastante. Quarenta e nove árvores na Rua Carlos Streach Motta, número 104, um terreno baldio, há muito abandonado pela prefeitura.

Árvore... de que tipo? Tem uma lista na caixa de correspondência da senhora, responderam. Senhora de novo. Foram cuidadosamente selecionadas. Algumas mais baixas, outras mais altas. Com uma capina e cuidados esporádicos, o lugar ficaria muito belo. Mas disso, cuidavam eles. Só queriam as mudas.

Quem ficou muda foi ela. Árvores... não seria mais simples o dinheiro? Quanto valem as árvores? Antes do meio dia o dinheiro estaria no banco, em uma lata de lixo, um beco, onde quisessem, o quanto quisessem.

Não. As árvores. Desligou.

Sete horas depois o amigo arquiteto já havia conseguido trinta e seis mudas. Garantidas para entrega rápida, mais doze. Até agora, 48. Uma faria diferença? Com bandido não se brinca. O Ipê Amarelo tinha que ser conseguido.

Ao meio dia, todas as árvores estavam no terreno, ainda não plantadas. Todas em bonitos vasos de plástico. Às vezes, plástico é bonito.

O telefone toca. A menina está na Rua Francisco Lora.

A polícia fez cerco durante dias ao terreno baldio. Ninguém apareceu. Algumas mudas morreram, apesar das chuvas.

Às três da tarde, quinze anos depois, o carteiro passa pelo número 206 da Rua Manoel Cintra, antigo 104 da Rua Carlos Streach Motta. Coloca um envelope na caixa de correspondência do prédio. Lindo aquele Ipê Amarelo no jardim. Que bom gosto. Deveriam plantar mais dessas árvores por aí.

Fotos de Maristela Meireles @tchele

Morre Don Hewitt, criador do programa '60 Minutes'

(AFP) NOVA YORK, EUA — O americano Don Hewitt, considerado um dos pais do jornalismo televisivo e criador do programa "60 minutes", da CBS, morreu nesta quarta-feira aos 86 anos, anunciou o canal.

Hewitt, que sofria de um câncer diagnosticado este ano, começou a trabalhar na CBS em 1948, quando dirigiu o primeiro noticiário da tv americana, apresentado pelo locutor Douglas Edwards.

O noticiário noturno apresentado durante décadas pelo jornalista Walter Cronkite, falecido este ano, também foi produzido por Hewitt.

Em 1960, Hewitt produziu o primeiro debate presidencial televisado da história, entre o candidato democrata John F. Kennedy e o republicano Richard Nixon.

Hewitt fundou o "60 minutes" em 1968, popular programa dominical de jornalismo invetigativo do qual foi editor executivo até 2004, e que a CBS continua transmitindo semanalmente.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Escuta Vagubundo

César Polvilho não é César Polvilho. É Eduardo Sterblitch, ex-integrante do Deznecessários (Traficante Viado) e atual integrante do Pânico na TV, da Rede TV!.

Isso é tudo que sei sobre esse cara. Nas poucas entrevista que achei, ele não responde nada, tudo com muita seriedade. Perguntasse uma coisa, ele fala outra. Como se estivesse mesmo respondendo. Parece que ele não sai de seu principal personagem, César Polvilho, o jornalista irritado, que fala errado, faz coisas impensáveis e tem total ausência de trato social.

Esse personagem é o oposto do Vesgo e do Silvo, que deixaram o Pânico famoso. Mas nem por isso Polvilho é menos engraçado.

Seu mais novo sucesso é o Freddie Mercury prateado. Ele se pinta de prateado (jura?), põe um bigode postiço, dança como uma gralha com dor de barriga e fala com uma vozinha de libélula enciumada. Tudo acompanhado de um gordo também prateado e o Amaury Dumbo, uma espécie de Amaury Jr. do Pânico. De festa em festa, o trio faz todos rirem.

A final, o Pânico é um ótimo programa por mostrar claramente que deseja ser ruim. E que isso dá audiência. Quanto pior, melhor. Quanto mais escrachado e sem noção, melhor.

César Polvi..., quer dizer, Eduardo, ajuda muito nessa tarefa. Por isso gosto dele.

Venha Baiano!


Cadê mamãe?



César Polvilho na Parada Gay 2008